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NOVIDADES

quarta-feira, 1 de maio de 2019

HERÁLDICA

heráldica refere-se simultaneamente à ciência e à arte de descrever os brasões de armas ou escudos. As origens da heráldica remontam aos tempos em que era imperativo distinguir os participantes das batalhas e dos torneios, assim como descrever os serviços por eles prestados e que eram pintados nos seus escudos. No entanto, é importante notar que um brasão de armas é definido não visualmente, mas antes pela sua descrição escrita, a qual é dada numa linguagem própria – a linguagem heráldica.
Ao ato de desenhar um brasão dá-se o nome de brasonar. Para termos a certeza de que os heraldistas, após a leitura das descrições, estão a brasonar corretamente, criando brasões precisos e semelhantes entre si, a arte de brasonar segue uma série de regras mais ou menos estritas.
A primeira coisa que é descrita num escudo é o esmalte (cor) do campo (fundo); seguem-se a posição e esmaltes das diferentes figuras (objectos) existentes no escudo. Estas cargas são descritas de cima para baixo, e da direita (dextra) para a esquerda (sinistra). Na verdade, a dextra (do latim dextra, -æ, «direita») refere-se ao lado esquerdo do escudo, e a sinistra (do latim sinistra, -æ, «esquerda») ao lado direito, tal como este é visto pelo observador. A razão porque isto sucede prende-se com o facto de a descrição se referir ao ponto de vista do portador do escudo, e não do seu observador.
Embora a palavra escudo seja comumente utilizada para se referir ao brasão de armas no seu todo, na realidade, o escudo é apenas um dos elementos que compõem um brasão de armas. Numa descrição completa, o escudo pode ser acompanhado por outros elementos, como suportescoronéislistéis com motes (ou lemas).
No entanto, muitos escudos apresentam por vezes duas formas distintas: uma complexa, e outra simplificada, reduzida ao escudo propriamente dito (o que sucede por vezes quando há pouco espaço para inserir o brasão de armas maior). Inúmeros países apresentam assim as chamadas armas maiores e armas menores (veja-se o caso de Portugal).

História e significado

 foco da heráldica moderna é o brasão, ou cota de armas, cujo elemento central é o escudo. É no escudo que se apresentam os principais símbolos identificadores da pessoa, família ou instituição. Também é ele que carrega modificações derivadas de diferentes graus de parentesco, aumentos ou honras adicionais recebidas, e partições derivadas de herança de outras famílias ou casamentos. Em geral, a forma do escudo empregado numa cota de armas é irrelevante, porque essas formas se modificaram através dos séculos acompanhando a evolução das correntes estéticas dominantes e os usos locais.[1]
Mas é claro que há ocasiões em que um brasão especifica um formato particular de escudo. Estas especificações ocorrem principalmente fora do contexto europeu, como na cota de armas de Nunavut (imagem disponível em en:Coat of arms of Nunavut) e na antiga República de Bophuthatswana,[9] com o exemplo ainda mais insólito da Dakota do Norte, enquanto o Estado de Connecticut especifica um escudo "rococó".— a maioria fora do contexto europeu, mas não todos: costam dos registros públicos escoceses um escudo oval, da Lanarkshire Master Plumbers' and Domestic Engineers' (Employers') Association, e um escudo quadrado, da organização Anglo Leasing.
Tradicionalmente, como as mulheres não iam à guerra, elas não carregavam escudos; em vez disso, as cotas de armas femininas eram ostentadas numa lisonja — um losango apoiado num de seus ângulos agudos. Ainda é desse modo na maior parte do mundo, embora algumas autoridades da Heráldica (como as escocesas, cujas armas femininas são ovais) façam exceções. No Canadá, a restrição contra mulheres ostentarem armas num escudo foi eliminada. O clero não combatente também fez uso da lisonja e de escudos ovais.

ORIGEM DOS SOBRENOMES FAMILIARES

   Os sobrenomes - ou nomes de família - surgiram para identificação das pessoas do povo durante a baixa Idade Média. Anteriormente, só eram utilizados pelos reis e nobres. Para reproduzir os hábitos de personagens importantes, ou, simplesmente, para buscar diferenciação numa época de grande expansão demográfica, os homens mais comuns passaram a utilizar como sobrenomes as designações de seus ofícios ou habilidades, de seus lugares, de suas condições sócio-econômicas, de plantas ou animais, adotando, enfim, as mais variadas nomeações que os identificassem.
   Muito além de mera designação, o sobrenome é um patrimônio da família, marca exclusiva que representa toda uma linhagem, nomeação que se estende por gerações e gerações, identificando características físicas e comportamentos semelhantes. Entretanto, a descendência não se limita ao plano genético, mas se desenvolve no campo histórico. Nesse sentido, a recomposição das linhagens, ilustrada por árvores genealógicas com nomes e datas, tão útil na esquematização das pesquisas, não se apresenta como registro muito esclarecedor.
   A história de família, percorrendo os marcos dos sobrenomes, abrange necessariamente os cenários e as circunstâncias nos quais viveram os personagens, enfrentando seus desafios e assumindo suas venturas. A reconstrução histórica da formação familiar conduz, portanto, a interpretações capazes de estabelecer uma ponte entre o passado e o presente, entre os ancestrais e seus descendentes, revelando-se como a maior homenagem que se pode prestar aos antepassados.

ORIGEM DO SOBRENOME ANDREIS

 Segundo especialistas o significado deste sobrenome tem na sua origem relacionada ao santo André (Andrea em italiano), apóstolo de Cristo. Significando que um antepassado remoto teve o seu nome transformado em sobrenome aos seus descendentes (Andrea, Andre, Andres, Andreis).

domingo, 7 de abril de 2019




Roteiro cultural pelo interior de Caxias do Sul, intitulado PIC-NIC CULTURALE, idealizado pelo Circolo Trentino di Caxias do Sul, no dia 24 de março de 2019.
Para para o "MERENDIN" no gramado da casa pertencente ao Stefano Andreis.

domingo, 21 de junho de 2015


Esta construída no final do século XIX, localizada em São Virgílio da 6ª Légua, Travessão Hermínia, foi a residência de Stefano Andreis por longos anos de suas vida. O filho Isacco II  foi quem ficou morando com os pais, mesmo depois de casado com Joana e por último o neto Mario Andreis que casou com Hermínia De Gregori. Hoje, ela está sob cuidados do bisneto Juarez Andreis e como pode ser visto, ela continua muito bem conservada. Segundo Juarez, na pequena escada em frente a porta do porão, no final de um longo dia de trabalho, os irmãos (filhos de Stefano) se reuniam para promover longas cantorias. Principalmente, nos dias de verão. E também, segundo Fortunato Andreis, os tios eram possuidores de lindas vozes e frequentemente, cantavam nas festas da sociedade local e vizinhas.

domingo, 26 de janeiro de 2014

DIA 26/01/2014 - FESTA DE BODAS DE DIMANTE DE FORTUNATO E MATHILDE ANDREIS. FESTA REALIZADA NA CANTINA TONET. FAMÍLIA REUNIDA, A ANIMAÇÃO DE NELLY ROSSI E RONALDO E A ORGANIZAÇÃO DE CLAUDIA BOEIRA ASSESSORIA E CERIMONIAL. COM TODOS ESTES INGREDIENTES O RESULTADO NÃO PODERIA SER OUTRO. A FESTA ESTAVA MARAVILHOSA. TODOS ESPERAM QUE A PRÓXIMA FESTA DO CASAL SEJA BREVE. 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Aniversários de Mathilde e Fortunato dia 18/08/13.



Esta é outra data de muita importância para a família, onde festejamos os aniversários de 80 anos de existencia de Mathilde e Fortunato. Ela aniversariou no dia 12/08 e ele no dia 18/08/13. Dia que foi realizada a festa em São Braz, no Meu Galpão. A festa foi muito animada, contou com presença das duas famílias De Gregori e Andreis e filhos e netos do casal. A animação ficou por conta o coral Stela Alpina, que foi extraordinária.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

NEVE EM CAXIAS DO SUL DIA 26 E 27/08/13


Hoje, resolvi quebrar a cronologia da família para fazer o registro de um acontecimento importante. Registrar a neve que caiu durante a noite do dia 26 até a madrugada de 27/08/13. Deixando a cidade com paisagens lindas e relatos de pessoas que se emocionaram com o fato.